As
restaurações diretas em resina composta em dentes constituem tratamento
estético, entretanto, dependendo da composição e do uso inadequado destes
compósitos resinosos, podem resultar em restaurações insatisfatórias
provenientes da inadequada rugosidade superficial, porosidade, ausência de
brilho e alteração de cor. Estas características podem ser evitadas ao se
realizar adequado acabamento e polimento. O acabamento e polimento é uma etapa
imprescindível para a harmonia do sorriso e sucesso das reabilitações com
resina composta.
Função:
Ajustar
a oclusão e a escultura
Melhorar adaptação marginal
Remoção de excessos
Polimento:
Obtenção de superfície lisa através da redução sucessiva da largura dos sulcos
formados pelos instrumentos.
Superfície lisa e brilhante: reflete a luz de modo
uniforme
Possui sulcos mais estreitos que o comprimento de onda da luz visível
Superfície rugosa: reflete a luz de
maneira desordenada
Objetivo do Polimento:
·Reduzir acúmulo de placa
·Aumentar conforto para o paciente
·Diminuir o manchamento e a corrosão
·Melhorar a estética
·Ampliar a compatibilidade com os tecidos
periodontal.
Acabamento e Polimento
1.Instrumentos rotatórios de corte
2.Abrasivos
Instrumentos rotatórios de corte
·Multilaminados
AÇO
(Fe + C)
CARBIDE (carbeto de tugstênio)
·Abrasivos
PÓ:
pedra-pomes, braço de Espanha, carbeto de silício
ALGUTINADOS:
tiras (faces proximais)
Discos
(livres – anteriores)
Taças
(oclusal e vestibulares)
Pontas
(oclusal e vestibulares)
Propriedades dos abrasivos
·Dureza maior que a do substrato
·Formato adequado
·Alta resistência ao impacto (não arredondar
arestas)
·Alta resistência ao atrito
Eficiência do desgaste
·Pressão
·Velocidade
·Dureza do abrasivo
·Tamanho das partículas
·Distribuição das lâminas
Fenômenos inerentes ao processo
·Geração de calor (atrito)
·Injúrias à polpa
·Empastamento
O desgaste na prática:
·Realizar após pelo menos 24h
- Ocorrência de expansão higroscópica
- Melhor vedamento marginal
- Finalização da polimerização.
·Ordem decrescente de abrasividade
·Sempre lavar os dentes após trocas o
abrasivo, pois o abrasivo se solta da ponta e fica na superfície do dente.
Resinas
compostas
- Brocas
multilaminadas ou diamantadas de granulação fina/ extra fina
- Borrachas abrasivas ou pontas de silicone (analisar o seu preparo e ver de
qual você pode partir, se é da grossa, da média ou da fina
- Taça de borracha ou disco de feltro com pastas de polimento (com movimentos
rápidos e leves)
-
Tiras de lixa (acabamento das faces proximais)
OBS: fazer inserção pelo centro neutro
- Escovas com abrasivos impregnados.
O
acabamento é feito em dois tempos
IMEDIATO - Remove excessos grosseiros
- Dar forma adequada à restauração
- Lâmina de bisturi 12 (excessos das proximais).
MEDIATO
(24h) - Corrigir forma anatômica se preciso
- Textura adequada
- Dar brilho natural
- Usar discos preferencialmente a seco (cuidar com a pressão e a velocidade
- Usar pontas de silicone ou de borrachas com pasta de polimento.(Fonte UP - Dr. Mauricio Ferrufino Sequeiros)
Protocolo de acabamento e polimento de resinas compostas (Fonte: KG Sorensen)
A resina
acrílica é um material utilizado para vários
trabalhos na Odontologia: confecção da base de próteses parciais e totais,
placas miorrelaxantes, moldeiras individuais, padrões de fundição, próteses
provisórias imediatas, coroas provisórias, dentes artificiais, reparo de
próteses totais, acrilização de aparelhos ortodônticos, dentre outros.
A
versatilidade da resina
acrílica se deve, entre outros motivos, ao fato
de ser: insípida, inodora, não tóxica, não irritante aos tecidos bucais (mas
algumas pessoas têm alergia ao monômero), insolúvel na saliva, fácil de
manipular e de polir, possível de desinfecção; além de apresentar alta
estabilidade dimensional, morfológica e de cor.
Indicação
·Confecção da base de próteses parciais e
totais
·Placas miorrelaxantes
·Moldeiras individuais
·Padrões de fundição
·Próteses provisórias
imediatas
·Coroas provisórias
·Dentes artificiais
·Reparo de próteses
totais
·Acrilização de
aparelhos ortodônticos
Composição
Polímero (Pó)
Monômero (Líquido)
Polimetacrilato de metila
Metacrilato de metila
Peróxido de benzoíla
Hidroquinona (0,006 %)
Pigmentos
Dimetacrilato de glicol
Copolímeros
Dimetil-para-toluedin
Fases da mistura
1ºFase
Arenosa: Durante a fase arenosa as pérolas de
polímero são completamente envolvidas pelo monômero que preenche os espaços
vazios e o conjunto adquire uma cor translúcida. O nome atribuído a esta fase é
consequência do aspecto semelhante a uma massa de areia molhada, que apresenta
baixo escoamento e ganha brilho superficial por afloramento do excesso de
líquido quando pressionada.
2ºFase
Fibrosa: Na fase pegajosa o líquido dissolve as
longas cadeias de polímero, tornando a mistura viscosa e aderente, fazendo com
que na tentativa de manipulação apareçam inúmeros fios finos e pegajosos entre
as porções resultantes.
3ºFase
Plástica: Durante a fase plástica a massa
resultante perde a pegajosidade a partir de certo ponto de saturação da solução
de polímero no monômero, começa a escoar de modo homogêneo, torna‐se manipulável e sem
aderência, sendo esta conhecida como fase de trabalho.
4ºFase
Borrachoide: Na fase Borrachoide ocorre o aumento da
concentração de cadeias de polímero no monômero e a evaporação do monômero
residual, tornando o líquido escasso, fazendo com que o escoamento da massa
torne‐se
precário e apareçam características de recuperação elástica.
Ambos são materiais de moldagem utilizados para criar uma impressão negativa dos dentes e das arcadas dentárias.
Material de moldagem elástico e não aquoso.
Silicona de adição:
Materiais que apresentam ótima elasticidade e distorção praticamente inexistente. Também se caracterizam pela excelente estabilidade dimensional, oferecendo moldes muito fiéis. Permitindo o vazamento de mais de um modelo por moldagem.
A manipulação deve ser feita sem o uso de luvas e com as mãos limpas! Pois as luvas de látex contem enxofre o que inibe a reação de polimerização do material.
O
sucesso do tratamento com prótese é determinado através de três critérios:
longevidade da prótese, saúde pulpar e gengival dos dentes envolvidos e
satisfação do paciente. Para alcançar esses objetivos, o cirurgião deve saber
executar todas as fases do tratamento, tais como exame, diagnóstico,
planejamento e cimentação da prótese. Todas as fases principais e
intermediárias são importantes e uma depende da outra. De nada adianta o dente
estar preparado corretamente se as outras fases são negligenciadas. O preparo
dental não deve ser iniciado sem que o cirurgião-dentista saiba quando
indicá-lo e como executá-lo, buscando preencher os 3 princípios fundamentais
para conseguir preparos corretos: mecânicos, biológicos e estéticos.
Princípios Mecânicos
Retenção:
O preparo deve
apresentar certas características que impeçam o deslocamento axial da
restauração quando submetida às forças de tração. A retenção depende
basicamente do contato existente entre as superfícies internas da restauração e
as externas do dente preparado. isto é denominado retenção friccional. Quanto
mais paralelas as paredes axiais do dente preparado, maior será a retenção
friccional da restauração. Porém, o aumento exagerado da retenção friccional
irá dificultar a cimentação da restauração pela resistência ao escoamento do
cimento, impedindo o seu assento final e, consequentemente, causando um
desajuste oclusal e cervical da restauração.
A
presença de sulco é ligeiramente importante em preparos extremamente cônicos.
Portanto, sem a presença de um plano de inserção definido, para limitar a
remoção e inserção da coroa em uma única direção e, assim, reduzir a
possibilidade de deslocamento.
A
área do preparo e sua textura superficial são aspectos também importantes na
retenção; quanto maior a área preparada, maior será a retenção. Quanto à
textura superficial tem que se considerar que a capacidade de adesão dos
cimentos dentários depende basicamente do contato deste, com as microrretenções
existentes na superfície do dente preparado e da prótese
Resistência
ou Estabilidade:
A
forma de resistência ou estabilidade conferida ao preparo previne o
deslocamento da restauração quando submetidas à forças oblíquas, que podem
provocar a rotação da restauração. Por isso é importante que se saiba quais são
as áreas do dente preparado das superfície interna da restauração que podem
impedir este tipo de movimento.
Existem
diversos fatores diretamente relacionados com a forma de resistência do
preparo.
·magnitude e direção da força
·relação altura/largura do preparo
·integridade do dente preparado
Rigidez estrutural:
O
preparo deve ser executado de tal forma que a restauração apresente espessura
suficiente de metal (para as coroas totais metálicas), metal e porcelana (para
as coroas de porcelana pura), para resistir as forças mastigatórias e não
comprometar a estética e o tecido periodontal. Para isso, o desgaste deverá ser
feito seletivamente de acordo com as necessidades estética e funcional da
restauração.
Integridade
Marginal:
O
objetivo básico de toda restauração cimentada é estar bem adaptada e com uma
linha mínima de cimento, para que a prótese possa permanecer em função o maior
tempo possível, num ambiente desfavorável, que é a boca. Margens inadequadas
facilitam a instalação do processo patológico do tecido gengival que, por sua
vez, irá impedir a obtenção de próteses bem adaptadas. Assim, o controle da
linha de cimento exposta ao meio bucal e a higiene do paciente são fatores que
aumentam a expectativa de longevidade da prótese
Princípios Biológicos
Preservação
do órgão pulpar.
O
desgaste excessivo está diretamente relacionado à retenção e saúde pulpar, pois
além de diminuir a área preparada prejudicando a retenção da prótese e a
própria resistência do remanescente dentário, nos dentes anteriores,
principalmente, pode trazer danos irreversíveis à polpa, como inflamação,
sensibilidade, etc.
Por
outro lado, o desgaste insuficiente está diretamente relacionado ao
sobrecontorno da prótese e, consequentemente, aos problemas que isso pode causar
em termos de estética e prejuízo para o periodonto.
Um
dos objetivos principais da reabilitação com prótese fixa é a preservação da
saúde do periodonto. Vários são os fatores diretamente relacionados à esse
objetivo: higiene oral, forma, contorno de localização da margem cervical do
preparo. A melhor localização do término cervical é aquela em que o
profissional pode controlar todos os procedimentos clínicos e o paciente tem
condições efetivas de higienização. Assim é vital, para a homeostasia da área, que
o preparo estenda-se o mínimo dentro do sulco gengival, exclusivamente por
razões estéticas e suficiente apenas para escondar a cinta metálica da coroa,
sem alterar significantemente a biologia do tecido gengival.
De
maneira genérica, a extensão cervical dos dentes preparados pode variar de 2mm
aquém da gengiva marginal livre até 1mm no interior do sulco. Os pacientes que
pertencem ao grupo de risco à cárie não devem ter o término cervical colocado
aquém do nível gengival
Indicações término subgengival:
·razões estéticas com o objetivo de mascarar a
cinta metálica
·restaurações de amálgama ou de resina
composta, cujas paredes gengivais já se encontrem nesse nível.
·presença de cárie que se estendam para dentro
do sulco gengival
·presença de fraturas que terminam
subgengivalmente
·razões mecânicas aplicadas, aplicadas
geralmente aos dentes curtos
·colocação do término cervical em área de
relativa imunidade à cárie, como se acredita ser a região correspondente ao
sulco gengival.
O preparo subgengival
dentro dos níveis convencionais de 0.5 a 1.0mm não traz problemas ao tecido
gengival, desde que a adaptação, forma, contorno e polimento da restauração
estejam satisfatórios e o paciente consiga higienizar corretamente essa área.
Princípios Estéticos
A
estética depende, basicamente, da saúde periodontal, forma, contorno e cor da
prótese. Para atingir esses objetivos, há que se preservar o estado de saúde do
periodonto, confeccionar restaurações com forma, contorno e cor corretos. Fatores
estes que estão diretamente relacionados com a quantidade de desgaste da
estrutura dentária. Se o desgaste é insuficiente para uma coroa
metalo-cerâmica, a porcelana apresentará espessura insuficiente para esconder a
estrutura metálica, o que pode levar o técnico a compensar essa deficiência
aumentando o contorno da restauração.
Tipos
de término cervical
O
térmico cervical dos preparos pode apresentar diferentes configurações de
acordo com o material a ser empregado para a confecção da coroa.
1.Ombro ou degrau: a parede
axial do preparo forma um ângulo de aproximadamente 90° com a parede cervical;
2.Ombro ou degrau biselado:
ocorre formação de ângulo de aproximadamente 90° com a parede axial e cervical,
com biselamento da aresta cavo-superficial;
3.Chanfrado: a junção entra a
parede axial e gengival é feita por um segmento de círculo, que deverá
apresentar espessura suficiente para acomodar metal e faceta estética;
4.Chanferete: a junção entra
a parede axial e gengival é feita por um segmento de círculo de pequena
dimensão (aproximadamente a metade do chanfrado), devendo apresentar espessura
suficiente para acomodar o metal.
Técnica
de preparo para coroa metalo-cerâmica (Técnica da Silhueta)
DENTES
ANTERIORES
1 –
Sulcos de orientação: nas faces vestibular, incisal e
linguo-cervical
As
coroas metalo-cerâmicas necessitam de 1,5mm de desgaste nas faces vestibular e
metade das proximais e 2mm na incisal, para acomodar metal e porcelana.
DICA: faça primeiro os desgastes na metade, só então os outros
desgastes na segunda metade.Esse passo nos da o controle da quantidade de
desgaste necessária.
Brocas:
3216; 2215
2
– União dos sulcos de orientação: Com a broca 3216 ou 2215, faça a
união dos sulcos da metade escolhida da face vestibular, incisal e lingual,
mantendo-se a relação de paralelismo previamente obtida.
3-
Desgastes proximais: Com o dente adjacente protegido com uma
matriz de aço, procede-se a eliminação da convexidade natural desta área. O
desgaste deve terminar no nível gengival e deixar as paredes proximais
paralelas entre si.
Brocas: 2200; 3203
4 –
Desgaste Lingual: Segue a anatomia da área. Deve ser desgastada
no mínimo em 0,6mm para acomodar apenas o metal nas coroas dos dentes
anteriores que apresentam um sobrepasso cervical muito acentuado. Evita-se
assim, deixar a região incisal muito fina e sujeita à fratura.
Brocas: 3118; 3215; 2214
5 –
Preparo subgengival: Para se obter um término cervical do preparo
no interior do sulco gengival, no término em chanfrado, é utilizado apenas a
metade da ponta ativa da broca. Assim, o posicionamento correto da broca para
estender o término do preparo dentro do sulco gengival deve ser feito deixando
metade de seu diâmetro em contato com o dente e a outra metade fora do dente e,
consequentemente, em contado com o epitélio sulcular.
Brocas: 3216 2215
6 –
Acabamento: Com o término cervical obtido com as brocas
diamantadas 3216 ou 2215 é um chanfrado longo, torna-se necessário aumentar um
pouco mais o desgaste na região cervical das faces estéticas, vestibular e
metade das proximais, para acomodar o metal e a porcelana e não haver
sobre contornos. Para isso utiliza-se a broca tronco-cônica com extremidade
arredondada, totalmente apoiada na parede axial, acentuando o desgaste nessa
região. Brocas: 4138 (Fonte: Dr. Mauricio Ferrufino Sequeiros)
Técnica
de preparo para coroa total metálica
Indicada
onde o fator estético não precisa ser considerado. A única diferença desse
preparo para uma coroa metalo-cerâmica é a quantidade de desgaste, que passa de
1,5mm para apenas 1,0mm que é realizada na face vestibular, visto que essa área
será recoberta somente com um metal.(Fonte: UP)
Existem no mercado já
há algum tempo, mas não permitem uma adesão química adequada (ex. zircônia). As
coroas compostas por cerâmica vítrea à base de Dissilicato de Lítio (e-max)
vieram para mudar isso, pois permitem adesão química entre o substrato dentário
e a peça protética através do sistema adesivo, permitindo trêstipos de cimentação:
Este sistema
protético é também conhecido comocerâmica injetada. Para sua confecção laboratorial, são
necessários:
– forno especial
– pastilhas de cores
– anel
– enceramento livre de carbono
O protético faz o
enceramento do elemento dental, faz a inclusão deste padrão de cera em um anel
e com o material dentro do forno especial, ocorre a evaporação da cera e a
inclusão das pastilhas de cores de cerâmica dentro deste anel. Parte-se para a
desinclusão do dente e otimização da estética com pinturas e refinamentos.
O e-max pode ser
utilizado para a confecção de várias peças protéticas, sendo mais comumente
utilizado para a confecção de facetas e coroas.
Entreas vantagensdo sistema estão:
– excelentes
propriedades ópticas
– durabilidade
– longevidade
– previsibilidade do resultado
– semelhança com dentes naturais
– biocompatibilidade
Na confecção de facetas,
o e-max se sobressai principalmente por possuircimentos resinosos e adesivosque, além de possibilitar a adesão
química, possuemampla variedade de cores, não interferindo no momento da
cimentação como ocorre com as demais coroas metal-free, principalmente quando
trata-se de faceta translúcida.
Este sistema possui
um índice de refração da luz semelhante ao esmalte dental, sem interferência
significativa de translucidez, proporcionando um alto padrão estético.
Cimentação:
– Na cimentação
convencional, após a prova clinica da peça, ajustes de oclusão e polimento,
deve-se realizar jateamento de Óxido de Alumínio para criação de
microporosidades;
– Limpa-se a peça
completamente com água
– Secá-la com jato de
ar
Condicionamento da
peça protética:
– Submeter ao
condicionamento ácido, com ácido fluorídrico a 5% e silanizar a superfície da
peça com adesivo.
Condicionamernto do
preparo:
– Deve-se limpar o
remanescente dental e condicioná-lo com ácido fosfórico a 37%;
Após a completa
limpeza do preparo, aplicar o sistema adesivo sobre o remanescente dental,
escolhendo a cor adequada do cimento; remover excessos e fotopolimerizar.(Fonte: UP)
O
KaVo Kerr Group lançou no Brasil a sua nova plataforma de produtos para
cirurgia: O console EXPERTsurg LUX e o Contra Ângulo 20:1
SURGmatic S201 L, com projetos e tecnologia alemã, que prometem facilitar o dia
a dia dos profissionais de implantodontia oferendo mais torque e precisão que
seu antecessor.
Motor de implante
O console EXPERTsurg LUX é um dos
menores e mais leves do mercado, com apenas 2,4 kg. Lançado no IDS –
International Dental Show, o maior evento da odontologia mundial, chegou ao
mercado brasileiro no 22º CIORJ, Congresso Internacional de Odontologia, no Rio
de Janeiro, em julho.
O EXPERTsurg LUX conta com nova
interface gráfica simples e intuitiva, que garante flexibilidade na programação
do procedimento e permite acompanhar passo a passoo fluxo de trabalho durante a
cirurgia.
Com design ergonômico, o dentista trabalha
com facilidade, principalmente no caso de procedimentos cirúrgicos longos. A
legibilidade e nitidez do novo display colorido, com iluminação LED, são
excelentes, mesmo quando visualizados fora do ângulo frontal.
A nova plataforma de produtos para cirurgia
apresenta os seguintes destaques, com projeto e tecnologia alemã:
Performance: Disponibilidade
de torque de até 80Ncm (utilizando o SURGmatic S201L)
Precisão: Sistema
de controle de torque SMARTdrive, que em conjunto com o novo micromotor S600
LUX assegura sempre uma partida suave com alto torque, e rotações com reduzido
nível de vibrações. Além disso, conta com um processo simples e rápido de
Autocalibração que corrige a curva de torque do micromotor ajustando-a para as
características individuais do instrumento (CA 20:1) que será utilizado. Isso
garante a execução precisa do procedimento com os exatos parâmetros
selecionados de rotação e torque.
Ergonomia: Um
sistema com apenas 2,4Kg, utilizando o menor e mais leve micromotor do mercado,
que oferece a facilidade dos procedimentos com iluminação LED
Contra ângulo
O novo contra ângulo cirúrgico SURGmatic
S201 L foi desenvolvido para garantir, em conjunto com o EXPERTsug, o mais
alto padrão de performance e precisão nos procedimentos de implantodontia. Suas principais características são:
Iluminação por bastão de vidro
Reduzido tamanho da cabeça
Corpo
e cabeça desmontáveis para facilitar a limpeza e esterilização
Projetado
para trabalhos com alto torque (80Ncm)
Baixo
nível de ruído e vibração
O EXPERTsurg LUX e SURGmatic S201 L
permitem que mesmo dentistas iniciantes em cirurgia oral trabalhem com
segurança e alta precisão. (Fonte: Kavo Kerr)
Mais da metade dos americanos sofrem de boca seca (xerostomia) devido ao
uso de alguns medicamentos, doenças autoimunes, a terapias de tratamento do
câncer e ao envelhecimento natural. A boca seca ocorre devido à falta de fluxo
salivar normal. A boca seca pode afetar pessoas de qualquer idade e deve ser
monitorada para não causar efeitos mais sérios na cavidade oral.
Qual é a causa?
A boca
seca pode ocorrer como resultado do uso de medicamentos vendidos com receita
médica como anti-histamínicos, anticonvulsivantes, antidepressivos, drogas
cardiovasculares, antieméticos, antipsicóticos, sedativos e descongestionantes,
entre outros. O uso prolongado de medicamentos de venda livre também pode
causar boca seca.
As pessoas que se submetem a cirurgia, radioterapia e
quimioterapia podem sentir a boca seca. A terapia de radiação, quando aplicada
na região da cabeça e pescoço, tem efeitos mais significativos relacionados com
a boca seca, em comparação com cirurgia e quimioterapia. Após terapia de
radiação aplicada na região da cabeça e do pescoço, as glândulas salivares
irradiadas produzem pouca ou nenhuma secreção salivar e a boca seca pode tornar-se
um grande desconforto para os pacientes com câncer oral e da faringe.
Outros
exemplos de pessoas susceptíveis à xerosotomia são aquelas que sofrem de
doenças auto-imunes como a síndrome de Sjögren, caracterizada por olhos secos,
boca seca e doenças do tecido conjuntivo (artrite reumatóide, lúpus eritematoso
sistêmico, esclerose sistêmica, polimiosite ou doença mista do tecido
conectivo). As pessoas que têm diabetes tipo I, esclerose múltipla,
esclerodermia, psoríase e doença inflamatória intestinal, fibrose cística
também podem apresentar a boca seca.
A boca
seca pode também decorrer de deficiências nutricionais, como a falta de
vitamina A e a riboflavina (vitamina B2).
Sintomas da boca seca
Há vários
sintomas presentes na ocorrência da boca seca:
- Secura
na boca e na garganta - Saliva
mais viscosa - Aumento
de infecções bucais e da faringe. -
Crescimento da placa bacteriana - Mau
hálito - Úlceras
na boca -
Alteração do paladar -
Aparecimento ou evolução da doença cárie -
Desenvolvimento de doença gengival e/ou periodontal -
Dificuldade na fala e deglutição
Tratamento da boca seca
Se a sua
boca seca for causada por remédios vendidos sob receita, seu médico pode
reavaliar o tipo de medicamento que você está tomando e eliminar ou ajustar a
dosagem daqueles que causam o problema. Os sprays de saliva artificial podem
ser usados para ajudar a umedecer a boca e aumentar o fluxo de saliva. Seu
médico também pode prescrever pilocarpina, um medicamento que ajuda a estimular
a produção de saliva. Você também pode decidir simplesmente beber mais água
para matar a sede decorrente da boca seca. Antissépticos orais na forma de
enxaguatórios também são indicados como anti-microbianos para controlar a placa
bacteriana ou auxiliar no tratamento de infecções bucais.
Entre os
recursos que podem ser utilizados em casa para combater a boca seca estão a
escovação dos dentes pelo menos duas vezes ao dia com um creme dental com
flúor, o uso diário de fio dental, a ingestão de água ou líquidos não
açucarados nas refeições e o uso de balas ou gomas de mascar sem açúcar para
estimular o fluxo salivar. Procure não respirar pela boca, pois isso aumenta o
efeito da boca seca.
Consulte
o seu médico e dentista se estiver sofrendo desse problema e monitore os
medicamentos que você toma e o que você come ou bebe. (Fonte: Dr. Mauricio Ferrufino S. - minhavida)